quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Como falar sobre a morte com crianças!

Olá Amores!
Esta semana recebi o pedido de uma leitora para tratar de um tema bastante delicado: como falar da morte com as crianças. Especialmente quando elas perdem alguém próximo da família, como foi o caso da nossa leitora, em que o filho pequeno perdeu a avó paterna com quem tinha uma ligação muito forte. As dúvidas são muitas, levar ou não ao velório, como abordar o assunto etc.
Convidei a psicóloga Mariana Moura, que gentilmente aceitou o pedido para falar um pouco sobre a melhor forma de fazermos essa abordagem. Confiram:

"As crianças percebem nossas emoções. 
Talvez sejam mais sensíveis e atentos que muitos adultos. 
Sendo assim, fica muito difícil esconder algumas situações das crianças. 
A morte de um ente querido é uma delas.
A base para essa decisão deve ser o diálogo, dependendo da idade, a criança já consegue com o suporte da família,  decidir se comparecerá ao funeral, se houve processo de adoecimento, provavelmente elas participaram. 
Para crianças muito novas, deve-se falar da morte e utilizar recursos como anjos e estrelas. 
Um recurso muito válido, é ter uma caixinha de lembranças com bilhetes,  fotos, algum objeto; é além de tudo uma forma de homenagear aquele que partiu. "


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Tudo ao seu tempo...



Por quantas vezes fui questionada por mães aflitas com quantos meses ou qual a idade, meus filhos engatinharam, andaram, falaram, alfabetizaram... E preciso confessar que em alguns momentos, eu também fui a mãe que questionava as outras.
Por que na verdade, quando se trata de filhos, alimentamos uma ansiedade nata, de vê-los cumprindo todas as etapas de desenvolvimento no mesmo tempo que verificamos as outras crianças.
E assim nos esquecemos, que não existe padrões, métricas ou ciência exata quando se trata de seres humanos.
Que saibamos apreciar cada etapa e cada conquista dos nossos filhos, respeitando o seu tempo e entendendo, que assim como na natureza, nenhuma flor é idêntica a outra, cada criança tem o tempo certo para o seu desabrochar.

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